terça-feira, 12 de outubro de 2010

"DC - POR 111"











Construído por Delmar Conde
Fotografias - Ró/Miguel Tavares

"Oli - POR 104"












Construído por mestre Alberto Costa
Fotografias - Ró

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

"Raquel - POR 101"














Construído por mestre Alberto Costa
Fotografias - Ró / Miguel Tavares

"Xanda - POR 103"












Fotografias - Ró

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

"Campeonato Nacional da Classe Vouga"











Momentos das regatas do último sábado, excelente dia que apenas pecou ligeiramente pela falta de vento, a contrastar com o temporal do dia seguinte, que não possibilitou a realização de regatas. Um agradecimento à minha tripulação e a todos os que me ajudaram nesta empreitada. Dado o grande número de fotografias tiradas, tentarei nos próximos dias dar uma perspectiva mais particular sobre os vários barcos presentes.
Fotografias - Ró

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

"Vougas no Tejo"








Algumas fotos da prova disputada no passado fim de semana, com a companhia do Creoula por perto.Os meus agradecimentos ao P.J. Nunes pela reportagem.
No próximo sábado há mais, a partir das 12 horas.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

"Rumo ao Sul"









Alguns momentos do verão a servir de convite a quem quiser ver alguns "Vougas" a navegar no Tejo este fim de semana. As regatas serão na marina de Oeiras, com início previsto para as 13 horas.

domingo, 19 de setembro de 2010

"Os bons momentos passam a voar"









Grande tarde no CVCN, ventinho na conta exacta e calor a rodos numa regata por uma causa que toca a todos.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

"Tartan"


"A aventura escolhe os intervenientes ao acaso, e a estes não resta outra escolha senão tentar a sobrevivência. Içam-se velas e arreiam-se bandeiras nos mastros que apontam céus sem fronteiras. Não há sistema de navegação por satélite, sondas ou cartas náuticas, mas apenas um motor avariado ligado à vontade de partir.
Mantém-se uma agulha magnética desorientada entre a fluorescência dos velozes golfinhos que se iluminam no âmbar atlântico. A esfera armilar, obsoleta e enferrujada, inveja as imponentes baleias, que teimam em dominar todos os pontos cardeais do reino verde-esmeralda. O velho sextante, reformado dentro de uma gaveta, já não acompanha o ritmo de um comum rádio transístor que se intromete, com «engenho e arte», entre a família dos instrumentos de navegação.


As antigas naus deixam as águas à mercê de um veleiro que tenta descobrir o norte, escapando entre os novos piratas que ainda assombram as mais frágeis embarcações. Os velhos marinheiros , agora sepultados em livros de História no capítulo dos Descobrimentos, partilham em silêncio a aventura de seis jovens que fogem rumo ao desconhecido, entregues aos mesmos caprichos do vento e das correntes, com o mesmo medo de morte e com a mesma ânsia de vida.
Há apenas uma indecifrável nova terra à vista a entrar pela proa do tempo e, contudo, na azáfama das manobras a bordo de um tempo presente, não há tempo para afundar o pensamento no futuro.


Por fim , recupera-se o passado encalhado no cais de partida.
Lança-se a âncora às palavras, aos sons, aos cheiros, aos sabores e às imagens, amarrando-se o olhar à popa do tempo. Com todos os sentidos alertas, de norte para sul, no cais de chegada, revisita-se o diário de tinta permanente invadido pelas vagas, e a aguarela ganha novas cores num imenso universo de memórias. A viagem acaba por fundear neste quadro, depois de se evadir da paleta, numa revolução de cores oferecidas à tela. É aí que se atracam todas as metáforas, entre a terra dos sonhos e dos pesadelos."
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Excerto de "Tartan"- As velas da liberdade, por Nuno e Pedro Silveira Ramos
Fotografias de Alan Villiers