
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
"Regata da Cenário"

sexta-feira, 11 de setembro de 2009
"O Cruzeiro Revisitado"
terça-feira, 8 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
"Telltales"
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
"Cruzeiro 09"
Acordo mais rápido do que seria supôr para um fim-de-semana, é dia de cruzeiro. É um dia especial, haja que regatas houver durante o resto do ano, é especial e tem um carisma que só a sua longevidade e o local onde é realizada explicam. São dois dias especiais, diferentes, em que vencer é importantíssimo mas não primordial, dois dias de vela tão cheios que não cabem em duas linhas de prosa mal amanhada. O segredo, presumo eu, está , para além da beleza cénica, nas variantes que se vão perfilando aos concorrentes. Todos os anos ouvimos todos nós a queixar-nos dos sequeiros a norte da Varela e damos conosco a pensar na melhor maneira de os fintar. Todos os anos temos a dúvida de ir pela Béstida ou mais junto ao mar, e faz pensar os que lá estão.
É uma regata única, que orgulha quem a faz e quem a promove, tem a patine cinquentenária de algo a quem se desculpam erros crassos e uma ou outra imprecisão.
O silêncio antes da largada será igual à angústia do guarda-redes antes do penalty.
Largar ao segundo zero ou lançar-se no segundo zero.
O barquinho avança, as bigodaças à proa dizem-me que vou a andar bem, ponho o spi ou não? A equipa vai na perfeição e estamos com o vento ideal para os Vougas mostrarem o seu melhor.
À viragem para Aveiro, a cambadela corre a preceito e o barquinho mostra o que vale, acelera num largo de boa memória.
Chegar a Aveiro é das coisas mais sensaboronas que há, vai-se lá porque tem que se ir.
No regresso a S. Jacinto ainda se viu o Delmar Conde a passear o seu F1 pelo meio dos regateiros. Pujante!
Depois de cortar a meta e duma boleia providencial, o barco descansou à sombra das tramagueiras. Outro dia virá.
"Vougas no Cruzeiro"
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
"L'Homme et la mer"

Homme libre, toujours tu chériras la mer!
La mer est ton miroir; tu contemples ton âme
Dans le déroulement infini de sa lame,
Et ton esprit n'est pas un gouffre moins amer.
Tu te plais à plonger au sein de ton image;
Tu l'embrasses des yeux et des bras, et ton couer
Se distrait quelquefois de sa propre rumeur
Au bruit de cette plainte idomptable et sauvage.
Vous êtes tous les deux ténébreux et discrets;
Homme, nul n'a sondé le fond de tes abîmes;
Ô mer, nul ne connaît tes richesses intimes,
Tant vous êtes jaloux de garder vos secrets!
Et cependant voilà des siècles innombrables
Que vous vous combattez sans pitié ni remords,
Tellement vous aimez le carnage et la mort,
Ô lutteurs éternels, ô frères implacables!
Charles Baudelaire
O meu agradecimento ao Comandante João Veiga.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
"O homem e o Mar"
Homem livre, o oceano é um espelho fulgenteQue tu sempre hás-de amar. No seu dorso agitado,
Como em puro cristal, contemplas, retratado,
Teu íntimo sentir, teu coração ardente.
Gostas de te banhar na tua própria imagem.
Dás-lhe beijo até, e, às vezes, teus gemidos
Nem sentes, ao escutar os gritos doloridos,
As queixas que ele diz em mística linguagem.
Vós sois, ambos os dois, discretos tenebrosos;
Homem, ninguém sondou teus negros paroxismos,
Ó mar, ninguém conhece os teus fundos abismos;
Os segredos guardais, avaros, receosos!
E há séculos mil, sec'ulos inumeráveis,
Que os dois vos combateis numa luta selvagem,
De tal modo gostais n'uma luta selvagem
Eternos lutador's ó irmãos implacáveis!
Charles Baudelaire, in As Flores do Mal
terça-feira, 25 de agosto de 2009
"Cruzeiro da Ria"

sexta-feira, 21 de agosto de 2009
"Just Smile"
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
"Ventosgas"

sexta-feira, 7 de agosto de 2009
"Atlântico Azul"

Um abraço daqui da Ria e o desejo que a Regata do Atlântico Azul seja "ouro sobre azul".
Ver o programa aqui - http://atlanticoazul.blogspot.com/
domingo, 2 de agosto de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
"Hanuman"
Hanuman - Images by Cory Silken
Para muitos serão os barcos de competição mais bonitos alguma vez construídos, os grandiosos J-Class. Tiveram o seu auje na década de trinta e dos dez magníficos, chegaram até nós apenas dois, o "Shamrock V" e o "Velsheada". Em 1937, na última edição da Taça América em que foram protagonistas, defrontaram-se o melhor, o "Ranger" e o mais bonito "Endeavour", barcos que tiveram uma vida breve mas intensa. Ficaram as fotografias, os relatos e as memórias de uma época gloriosa, romântica e apaixonante. Há uns anos atrás, deu à cena uma réplica fiel do "Ranger", o Super J como ficou conhecido. Este "Hanuman" é uma cópia do "Endeavour", um belo desenho de Charles Nicholson e que faz antever a continuação do duelo de 1937. Veremos se a história se repete.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
" O Valor do Vento"














