
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
"Kon-Tiki"
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
"Blow me down"
The North wind blew on MondayAs the East wind got the flu
The West wind blew on Tuesday
As the South wind never knew
The North East wind had Wednesday
As the South West wasn’t chuffed
The North West blew on Thursday
As the South East hardly puffed
The East and West blew Friday
As the others had a rest
The North and South blew Saturday
As the weekends were the best
The lot of them had Sunday
As the winds turned into storm
The whole of them had Monday off
As the week got back to norm
David Threadgold
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
"Stars"
"Os Pescadores de Dori"




"Quando há vento e cachão os doris saltam com violência, dão esticões na linha, enchem-se de água, mas o trabalho tem de continuar. E o corpo retesado pelo esforço, os músculos agora crivados de dores agudas da fadiga, o suor escorrendo em bica e misturando-se com a espuma salgada, o pescador vai alando sempre, mais um anzol, mais outro, mais outro ainda... Se a pesca é boa, o próprio peixe tendendo a boiar ajuda a levantar o aparelho; se o peixe é escasso o desânimo que provoca a vista dos anzóis limpos torna mais dura a tarefa.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
"Avieiros"

terça-feira, 27 de janeiro de 2009
"Luzito"
sábado, 24 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
"Vintage Sailing"
domingo, 18 de janeiro de 2009
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
"Baleação"
"Está tudo calado e ansioso, ninguém diz palavra inútil: homens, barco, arpoador e arpão, tudo tem o mesmo corpo e a mesma alma. São sete, à caça do monstro. Todos ganham: uma baleia dá muito óleo e o óleo dá muito dinheiro. Às vezes dá âmbar. Já outras canoas de aproximam. Mas, antes que lhe tirem a baleia, o trancador lança o ferro. O bicho tem um momento de hesitação e surpresa, como o touro quando lhe cravam a bandarilhas, o que permite ao barco desviar-se numa remada, antes de ser abafado na cauda ou envolvido no redemoinho das ondas. Não há um segundo de dúvida ou movimento falso. A baleia mergulha entre as vagas, com o risco de os arrastar para o fundo, e leva-os numa velocidade de expresso, pelo mar fora, porque aquela grande massa é de uma agilidade espantosa. E lá vão no curso entre as águas rasgadas, no grande sulco aberto com violência tomando tento na linha. A baleia mergulha. Corre agora linha de manilha americana, muito bem enrolada dentro de duas selhas, e os homens pálidos e imóveis, com o coração do tamanho de uma pulga, esperam. A baleia pode desaparecer durante vinte minutos. Às vezes a linha acaba-se quando a baleia mete muito para o fundo. Se está outro barco perto, fornece-lhe mais linha, senão a baleia perde-se: têm de cortar a manilha ou são arrastados para o abismo. A arça é o fim da linha, e é com pena que eles a vêm acabar-se. Passam a ponta de mão em mão, até ao último tripulante, que só larga com desespero. Mas em geral a baleia mergulha, vem à tona antes que se acabe a linha, e o que ela mostra primeiro é o focinho, para resfolgar. Aproxima-se e dão-lhe uma lançada ao pé da asa para a sangrarem. Mergulha, reaparece, esgotam-na e têm-na certa quando começa a esguichar sangue pelas ventas. "
Excerto retirado do site da Câmara Municipal das Lajes do Pico







































